01 - Não inseri-la no Core Business: A sustentabilidade deve estar incorporada nas práticas, processos, produtos e serviços centrais da empresa. Não apenas como investimento colateral e derivado.02 - Ausência de realismo: As causas devem estar alinhadas às dimensões, perspectivas e demanda do mercado.
03 - Inconsistência e priorização: É preciso pensar no futuro e não ser imediatista.
04 - Viés unidimensional: Escolher ações sustentáveis que pouco têm a ver com a empresa. Isso não agrega valor. Uma empresa de TI, por exemplo, tem que pensar mais em iniciativas relacionadas à sua área, como reciclagem de eletrônicos ou redução de consumo de energia, e menos em plantar árvores.
05 - Baixa percepção de impacto sistêmico no entorno: Não compreender o impacto bilateral das iniciativas de sustentabilidade, ou seja, o que ela vai gerar para a sociedade.
06 - Inconsistência de governança: Sustentabilidade não pode ser prática “solta” na empresa. As responsabilidades das ações precisam estar claras e o conhecimento não pode estar disperso. A sustentabilidade deve ser tratada como ativo de valor e não como uma paixão de um diretor ou presidente.
07 - Mensuração inexistente: Não ter métricas de avaliação para entender qual valor que as ações geram para a empresa.
08 - Comunicação oportunista e inexistente: Saber comunicar é essencial. Há empresas que têm como pilar a sustentabilidade e ninguém sabe disso.
09 - Visão e valores dispersos e desalinhados: Alinhamento deve vir do alto escalão. Deve ser uma prioridade. E vale lembrar: não se deve fazer só porque todos estão fazendo.
10 - Miopia de inserção nos negócios: Não enxergar a sustentabilidade dentro dos produtos ou serviços.








