sábado, 29 de outubro de 2011

Os dez maiores erros das empresas em sustentabilidade

01 - Não inseri-la no Core Business: A sustentabilidade deve estar incorporada nas práticas, processos, produtos e serviços centrais da empresa. Não apenas como investimento colateral e derivado.
02 - Ausência de realismo: As causas devem estar alinhadas às dimensões, perspectivas e demanda do mercado.
03 - Inconsistência e priorização: É preciso pensar no futuro e não ser imediatista.
04 - Viés unidimensional: Escolher ações sustentáveis que pouco têm a ver com a empresa. Isso não agrega valor. Uma empresa de TI, por exemplo, tem que pensar mais em iniciativas relacionadas à sua área, como reciclagem de eletrônicos ou redução de consumo de energia, e menos em plantar árvores.
05 - Baixa percepção de impacto sistêmico no entorno: Não compreender o impacto bilateral das iniciativas de sustentabilidade, ou seja, o que ela vai gerar para a sociedade.
06 - Inconsistência de governança: Sustentabilidade não pode ser prática “solta” na empresa. As responsabilidades das ações precisam estar claras e o conhecimento não pode estar disperso. A sustentabilidade deve ser tratada como ativo de valor e não como uma paixão de um diretor ou presidente.
07 - Mensuração inexistente: Não ter métricas de avaliação para entender qual valor que as ações geram para a empresa.
08 - Comunicação oportunista e inexistente: Saber comunicar é essencial. Há empresas que têm como pilar a sustentabilidade e ninguém sabe disso.
09 - Visão e valores dispersos e desalinhados: Alinhamento deve vir do alto escalão. Deve ser uma prioridade. E vale lembrar: não se deve fazer só porque todos estão fazendo.
10 - Miopia de inserção nos negócios: Não enxergar a sustentabilidade dentro dos produtos ou serviços.

Puma se compromete com Greenpeace á abandonar uso de Substâncias Tóxicas


A Puma, terceira maior marca de roupas esportivas do mundo, se comprometeu a eliminar de seu processo de fabricação materiais tóxicos denunciados em uma campanha do Greenpeace, um passo que os responsáveis da ONG esperam que seja dado também por Nike e Adidas o mais rápido possível.
Desta forma, a Puma se tornou a primeira marca a anunciar um compromisso sério após o lançamento da campanha "Dirty Laundry", que denunciou o vazamento de substâncias tóxicas aos rios chineses Yang Tsé e Pérola procedentes de fábricas que trabalham para muitas das grandes marcas de roupa.

China vai processar ConocoPhillips por vazamento de petróleo

A Administração Oceânica Estatal, órgão do governo chinês que regula as águas territoriais, anunciou que levará aos tribunais a petrolífera norte-americana ConocoPhillips pelos vazamentos que desde junho atingem a baía de Bohai.
O órgão estatal chinês garante que levará aos tribunais todas as "companhias responsáveis", o que abre a possibilidade de processo contra a estatal CNOOC, sócia da ConocoPhillips nas jazidas onde ocorreram os acidentes.
As jazidas onde ocorreram os vazamentos são propriedade conjunta da estatal chinesa CNOOC e da ConocoPhillips, mas é a americana que opera as plataformas.
As duas empresas estão sendo muito criticadas desde junho, por terem demorado quase um mês a informar sobre os vazamentos e terem dado em princípio números de superfície afetada inferior ao real (a estimativa é que 2,5 mil barris de petróleo tenham sido lançados ao mar).

Empresa é multada em 470 milhões de euros por derramar lama tóxica

As autoridades ambientais húngaras multaram em 470 milhões de euros a empresa MAL, considerada responsável pelo vazamento de lama tóxica em outubro do ano passado. Em 4 de outubro de 2010, um rompimento do muro de contenção de uma balsa em Ajka, no sudoeste de Budapeste, provocou um vazamento de substâncias tóxicas que acabou contaminando vários rios menores e ameaçou derramar no Danúbio arsênico e metais pesados. Dez pessoas morreram e outras 125 ficaram feridas por conta da catástrofe ecológica, que também causou prejuízo de cerca de 200 milhões de euros.
A lama tóxica inundou também uma superfície de 40 quilômetros quadrados de terras de cultivo, assim como as ruas das localidades de Kolontar e Devecser, onde centenas de pessoas perderam suas casas.
Desde que a catástrofe ocorreu mais de 60 processos foram abertos contra a fabricante de alumínio MAL, com pedidos de indenização pelos danos sofridos. Mais um possível fechamento da empresa, que emprega pelo menos 6 mil pessoas na região, causaria graves problemas sociais, segundo fontes do setor.

China investirá US$ 313 bilhões para impulsionar Energias Limpas

A China investirá US$ 313 bilhões para impulsionar a energia não poluente até 2015, e reduzirá a emissão de carbono em 15% em relação a 2010, informou o "China Daily".
O investimento multimilionário previsto será dedicado a desenvolver projetos pilotos em diversas partes do país e a estabelecer uma centena de bases de demonstração de como utilizar os recursos energéticos.

O ritmo de Desmatamento da Amazônia Cai

O monitoramento por satélites feito pelo sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real registrou em agosto 164 km2 de derrubada de florestas na Amazônia Legal, o menor nível da série histórica, iniciada em 2004. A queda foi de 38% em relação ao ano passado.
As ações desencadeadas neste ano na Amazônia Legal resultaram no embargo de 72.490 hectares e de 55 serrarias. Os fiscais emitiram 3.148 autos de infração, que representam R$ 1,2 bilhão em multas. A fiscalização apreendeu 127 tratores, 29 barcos e 226 caminhões. Somente na Operação Disparada, deflagrada em março deste ano, foram apreendidos 5,3 mil bovinos.

Ministério do Meio Ambiente fará coleta de Lixo Eletrônico

O ministério está promovendo uma campanha em quatro cidades brasileiras: Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Em parceria com o metrô, estão sendo colocados contêineres e coletores em estações definidas. Do dia 14 a 26 de outubro, serão coletados todos os materiais eletroeletrônicos, que os consumidores quiserem descartar a meta é coletar 50 toneladas de lixo eletrônico. O material recolhido será reaproveitado ou descartado de forma correta, sem danos para o meio ambiente.
De acordo com o Ministério do meio ambiente, 17,5% da população brasileira tem lixo eletrônico em casa.